PLENÁRIO
Pronunciamentos na tribuna nesta quinta-feira
Olga Arnt* - MTE 14323 | Agência de Notícias - 16:34 - 28/11/2019 - Edição: Sheyla Scardoelli - MTE 6727 - Foto: Celso Bender
Líder do governo, deputado Frederico Antunes
Líder do governo, deputado Frederico Antunes

Veja abaixo os temas abordados pelos deputados durante o período das Comunicações da sessão plenária do Parlamento gaúcho desta terça-feira (26). A íntegra das manifestações pode ser ouvida no endereço www.al.rs.gov.br/legislativo , em áudios das sessões.

Zé Nunes (PT) criticou vídeo em que o governador Eduardo Leite apresenta as alterações que quer promover no plano de carreira do magistério. Na opinião do petista, o chefe do Executivo utiliza argumentos que não são verdadeiros em busca de apoio da opinião pública e esconde o congelamento dos salários da categoria.

Frederico Antunes (PP) rebateu as declarações de Nunes e explicou aspectos do projeto do governo. Criticou setores que disseminam opiniões sobre as propostas sem conhecê-las e anunciou que a Assembleia Legislativa fará os ajustes necessários “democraticamente ouvindo as categorias que querem tratar o assunto de forma racional”.

Fábio Ostermann (Novo) defendeu a necessidade de realização de reformas estruturais para enfrentar a crise financeira do Estado, que, na sua opinião, foi agravada pelas políticas implementadas pelos governos do PT. Ele acusou grupos de pressão de tentar “sequestrar a pauta da Assembleia Legislativa, enquanto o povo recebe a conta para pagar”.

Sofia Cavedon (PT) disse que deputados governistas subestimam a capacidade dos professores de entender as propostas do governo. Ela reiterou a interpretação do Cpers-sindicato de que os projetos acabam com a carreira do magistério, promovem um brutal achatamento salarial e comprometem a educação pública do Rio Grande do Sul.

Mateus Wesp (PSDB) criticou o aumento dos gastos públicos e a “gastança promovida pelo governo do PT, que concedeu aumentos salariais sem lastro e espremeu o contribuinte”. Argumentou que os projetos do governo para o magistério podem até “modificar expectativas futuras” da categoria, mas não promovem injustiças.

Luciana Genro (PSOL) destacou em sua intervenção a omissão, pela base parlamentar do governo, das manifestações de prefeitos, através da sua entidade, a Famurs, e das Câmaras de Vereadores, que estão enviando moções solicitando ao governador Eduardo Leite a retirada do pacote de medidas que impactam a administração pública e os servidores. Disse que o pacote é “perverso” e negativo para o RS e o serviço público.
 
Tiago Simon (MDB) comentou a decisão ontem (27), do TRF 4, que condenou o ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia e aumentou sua pena para 17 anos. Disse que a decisão do STF sobre a prisão em segunda instância provocou um “retrocesso inominável” e indignação nacional, justificando seu apoio à decisão do TRF 4 porque “restabelece o sentimento de justiça” ao condenar e aumentar a pena. Defendeu regras mais duras no combate à corrupção e apoio ao pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

* Com a colaboração de Francis Maia

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