PEDÁGIOS
Nelsinho preside audiência pública sobre a EGR
Fernanda Finkler - MTE 12661 | PT - 10:48 - 22/11/2013 - Foto: Fernanda Finkler
Nelsinho: debate sobre o plano de ação da EGR e os resultados do novo modelo de pedágio foi positivo
Nelsinho: debate sobre o plano de ação da EGR e os resultados do novo modelo de pedágio foi positivo

Com a presença do presidente da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), Luiz Carlos Bertotto, prefeitos, vereadores e deputados aconteceu audiência pública que debateu o plano de ações da empresa e os resultados do novo modelo de pedágio. Realizada através da Comissão de Segurança e Serviços Públicos, a reunião foi presidida pelo deputado Nelsinho Metalúrgico (PT), que considerou o resultado da discussão positivo. “Ouvimos o presidente a respeito da estruturação da EGR e da forma de trabalho adotada pela instituição. É fundamental destacar a participação da sociedade através dos Conselhos Comunitários das Regiões das Rodovias Pedagiadas (Corepes) na decisão das obras, dos investimentos e da aplicação dos recursos arrecadados pela empresa”, destacou Nelsinho.

Os Corepes são formados por usuários, prefeitos, vereadores, sindicalistas e lideranças de cada região. Juntamente com a EGR, decidirão as prioridades e os planos de investimentos em cada local. Os integrantes dos Conselhos já foram empossados pelo governador: são oito Corepes, com 16 conselheiros em cada um e o mesmo número de suplentes.

O presidente da EGR, Luiz Carlos Bertotto, falou que a empresa conta atualmente com um quadro de cinquenta funcionários na administração e uma série de empresas já contratadas, responsáveis pela arrecadação, manutenção, restauração, roçada, limpeza de bueiros e pelo software das rodovias, com um total de mil funcionários. Bertotto destacou que já estão sendo licitados dois processos para restauração, manutenção e conservação das rodovias sob o controle do Estado, perfazendo um total de R$ 130 milhões a serem executados em dois anos.

Segundo o presidente da EGR, a ERS-239, que liga o município de Portão à localidade de Barra do Ouro no município de Maquiné, cruzando os municípios de Estância Velha, Novo Hamburgo, Campo Bom, Sapiranga, Araricá, Nova Hartz, Parobé, Taquara, Rolante e Riozinho, está sendo totalmente revitalizada com pintura, sinalização, roçada e com novas placas de sinalização, tendo a previsão de término do serviço no final deste ano. Bertotto ainda informou que a empresa deu início à construção da Passarela de Travessia Urbana de Parobé, permitindo a retirada de sinaleira localizada na rodovia, pleito de mais de uma década da comunidade daquela cidade. Outra novidade é a discussão imediata de ações e obras na Feevale para modificar acessos e a construção de uma terceira pista, com o objetivo de reduzir acidentes e melhor o fluxo.

Também o controle social, com a participação do cidadão através do site da empresa (www.egr.rs.gov.br), é nova ação implementada. Pode-se verificar quanto foi arrecado em cada praça de pedágio e quanto está sendo investido. O presidente da EGR assegurou que os recursos não vão para o caixa único do estado e 80% de tudo que é arrecado será reinvestido na rodovia e o restante utilizado na gestão e administração.

Sobre a política de isenções, Bertotto informou que tudo será discutido com os Conselhos Comunitários das Regiões das Rodovias Pedagiadas. Segundo ele, a isenção refletirá no valor da tarifa, manutenção e investimentos nas rodovias. Também destacou que há casos de distorção na arrecadação em alguns municípios próximos ao pedágios em virtude da migração de veículos para cidades isentas e isso também será discutido. Informou que a EGR está repassando recursos para o Corpo de Bombeiros com o objetivo de equipar e comprar ambulâncias para os municípios nas regiões dos pedágios. Esses equipamentos, segundo Bertotto, atenderão as rodovias e também serão utilizados pelas comunidades em emergências em seus municípios.

Ao responder a pergunta de parlamentares sobre o projeto que tramita na Assembleia, transferindo R$ 30 milhões do Estado para a EGR, Bertotto explicou que o tesouro possui em torno de R$ 60 milhões arrecadados pelo Daer e que ficaram no caixa único antes da criação da EGR. Esses recursos serão repassados em duas parcelas para a restauração e manutenção das ERS 239, 240, 122, 135.

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