COMUNICAÇÕES
Pronunciamentos na tribuna nesta terça-feira
Francis Maia - MTE 5130 | Agência de Notícias - 16:30 - 11/09/2018 - Edição: Sheyla Scardoelli - MTE 6727 - Foto: Marcelo Bertani
Deputado Pedro Ruas (PSol) foi o primeiro a se pronunciar na tribuna
Deputado Pedro Ruas (PSol) foi o primeiro a se pronunciar na tribuna
Confira o resumo dos pronunciamentos realizados durante o período das Comunicações da sessão plenária do Parlamento gaúcho desta terça-feira (11). A íntegra das manifestações pode ser ouvida no endereço www.al.rs.gov.br/legislativo, em áudios das sessões.
 
O deputado Pedro Ruas (PSOL) registrou da tribuna os 60 anos do Jardim Botânico de Porto Alegre, data que mobilizou servidores e simpatizantes que contestam a extinção da Fundação Zoobotânica. Referiu que o Jardim Botânico vive situação idêntica à do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, cujo acervo histórico foi destruído recentemente por incêndio. Isso porque no Jardim Botânico está alojado o Museu de Ciência Naturais, ameaçado não só pela possibilidade de incêndio, mas de inundações ou furtos, depois que o governador José Ivo Sartori extinguiu, com o voto contrário do PSOL, as fundações, mas “assumiu o compromisso de manter o Jardim Botânico e não cumpriu, porque está abandonado”. Afirmou que, ao extinguir as fundações, o governador assumiu o compromisso com a manutenção do Jardim Botânico, o que não está sendo cumprido. O local está abandonado e o acervo corre sério risco, alertou.
 
O deputado Tarcisio Zimmermann (PT) anunciou que o PT, o PCdoB e o PROS oficializaram no início da tarde a candidatura de Fernando Haddad e Manuela d’Ávila representando o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva na disputa eleitoral. Reafirmou seu convencimento de que “o banimento da candidatura de Lula, desejada pela maioria do povo brasileiro, constitui mais um passo do golpe iniciado ao final da apuração das eleições de 2014, continuado com as pautas-bomba do parlamento para inviabilizar o governo Dilma, seguido pelo impeachment, e depois pela conspiração de setores do Judiciário, articulados com o projeto golpista de criminalização do PT e do presidente Lula, articulado também com a irresponsabilidade do STF, a quem cabe o papel de guardião da normalidade institucional do país e mais uma vez, a exemplo do que fez no golpe de 64, se alia com os golpistas, em vez de se alinhar com a Constituição e o povo brasileiro”. Disse, ainda, que o clamor mundial em torno da perseguição a Lula vai conduzir ao reconhecimento da injustiça praticada contra o ex-presidente. Classificou de “gesto de grandeza de Lula em favor do povo brasileiro, o maior líder popular vivo da história da humanidade”, que rejeitou acordos para se livrar da prisão e, embora aclamado pela população, repassa agora para Fernando Haddad e Manuela “a liderança da luta para derrotar o golpe, derrotar a destruição de direitos e o de retrocessos do país”.
 
O deputado Sérgio Turra (PP) contestou a manifestação anterior, dizendo que “o banimento da candidatura de Luis Inacio Lula da Silva não se deu por conspiração, mas pelo rigoroso respeito e cumprimento à legislação brasileira”, destacando que “Lula é um ficha suja”. Ponderou que o deputado petista que o antecedeu não argumentou pela candidatura de Paulo Maluf (PP), Eduardo Cunha (MDB) ou Beto Richa (PSDB), preso hoje (11) em Curitiba, “o que acaba com o argumento de que há conspiração em curso contra o PT”. Disse que “há em curso no Brasil uma operação chamada Lava-Jato, de depuração e independente de partidos, que está fazendo o que a legislação precisa fazer, para que nós, que fazemos política, que olhamos para o povo no dia-dia, não soframos as consequências da generalização e criminalização da política, causada por personagens como Luís Inácio Lula da Silva, que se um dia tiveram um ideal no curso de sua trajetória, deturparam seu ideal e passaram a se utilizar da política em benefício próprio”. Argumentou, ainda, que Lula, “além de ser ficha suja, está na cadeia e não nas ruas fazendo política, é um contraventor e cumpre a pena dos primeiros processos”. Comemorou que se pode "acreditar nas instituições, no judiciário e na política brasileira, porque homens honrados estão nas ruas fazendo política, enquanto homens desonrados, ficha suja, não podem andar nas ruas e ser candidatos, como é o caso de Lula”.
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