COMUNICAÇÕES
Pronunciamentos na tribuna nesta quinta-feira
Francis Maia - MTE 5130 e Celso Bender - MTE 5771 | Agência de Notícias - 15:52 - 25/04/2019 - Edição: Letícia Rodrigues - MTE 9373 - Foto: Guerreiro
Sessão plenária de quinta-feira, 25 de abril
Sessão plenária de quinta-feira, 25 de abril
Confira o resumo dos pronunciamentos dos deputados e das deputadas durante o período das Comunicações da sessão plenária do Parlamento gaúcho, desta quinta-feira (25). A íntegra das manifestações pode ser ouvida no endereço www.al.rs.gov.br/legislativo, em áudios das sessões.
 
Sofia Cavedon (PT) registrou da tribuna a realização do 10° Congresso da Federação Árabe-Palestina do Brasil, que terá abertura amanhã 26), às 20h30, no hotel Embaixador, em Porto Alegre. Pela bancada do Partido dos Trabalhadores, referiu a passagem dos 125 anos da imigração palestina no Brasil e sua importância na formação da nação e desenvolvimento do país. Destacou os 40 anos do povo palestino no país, que deu origem à federação, a FEPAL, marcando o primeiro encontro da comunidade, em 1979, entidade que atuou no fortalecimento e direito do retorno dos palestinos a sua terra, e também na colaboração entre o Brasil e a Palestina Livre.
 
Pepe Vargas (PT) comentou o transcurso, neste dia 25 de abril, de um mês da audiência pública junto ao DAER, com os deputados Carlos Burigo (MDB) e Neri o Carteiro (SOLIDARIEDADE), e comitiva de vereadores da Câmara de Caxias do Sul, com a presença também do secretário dos Transportes, Juvir Costella, buscando ações de recuperação nas estradas da Serra gaúcha. Como “nenhum centímetro” foi recuperado neste período de 30 dias, o deputado chamou a atenção para a importância da região da Serra, a segunda depois da região Metropolitana, pela forte concentração industrial e centro econômico. Lamentou que o perfil da região não seja suficiente para as máquinas do DAER voltarem na recuperação das estradas, que estão deterioradas e os acidentes com vítimas não param. Na audiência, o DAER disse que estava resolvido o problema de fornecimento de massa asfáltica pelas empresas, mas nenhum reparo foi realizado nas estradas da serra neste período. Pediu que o governador Eduardo Leite assuma o governo, ao invés de vender as empresas públicas, concentrando-se na infraestrutura das escolas, da saúde e das estradas.
 
Issur Koch (PP) falou sobre as cobranças que recaem sobre os políticos, responsabilizados em promover mudanças para o país, mas alertou que isso somente acontecerá quando toda a sociedade estiver comprometida. Disse que as críticas aos políticos são constantes, mas “as pessoas não fazem a sua parte”, praticando o que chamou de “sincericídio” ao dar como exemplo os inúmeros pedidos de emprego que tem recebido de pessoas que procuram a política para a solução de seus problemas financeiros e pessoais. Revelou que recebe pedidos de emprego com justificativas como “ele não dá certo em lugar nenhum”, ou “estou com problemas no meu emprego”, ou “preciso descansar”, consolidando a ideia de que o serviço público é para acomodar pessoas e não para prestar serviços à população. Observou que, no setor privado, dificilmente alguém conseguirá emprego apresentando-se disposto a “mudar de emprego porque está de saco cheio do chefe, ou porque seu filho não deu certo em lugar nenhum”. Para mudar, todos têm que assumir responsabilidades, avisou.
 
Voltando à tribuna, Sofia Cavedon (PT) informou que já são 25 as assinaturas de deputados favoráveis à formação de uma Frente Parlamentar de Incentivo ao Livro e à Leitura, proposta por ela. Segundo ela, é um movimento que compõe um conjunto de iniciativas de celebração da semana dedicada ao livro e à leitura, com datas significativas, como o Dia Internacional do Livro, em 23 de abril, e o Dia Nacional do Livro Infantil, em 18 de abril. “Somam-se às iniciativas de bibliotecários empenhados na manutenção, com ampliação do acervo, e abertura de bibliotecas em especial nas escolas”, destacou, anunciando que, das quase 10 mil escolas públicas e privadas do RS, apenas 61% têm biblioteca, “algo inadmissível”. Disse que se colocava em marcha pelo Estado pela abertura de bibliotecas e pela atuação de profissionais qualificados. Em outra manifestação da tribuna, a deputada do PT voltou a criticar “a chamada reforma da previdência, mas que nós denominamos como a destruição do sistema de seguridade social brasileiro. O governo Bolsonaro”, acusou, “tem como foco o desmonte dos três principais sistemas voltados à saúde e à seguridade social: Sistema Único de Saúde, Sistema Único de Assistência Social e o Sistema de Previdência Social. O que ocorre é a retirada da Constituição das mínimas garantias à sociedade nestas áreas essenciais. E está sendo criada uma nova lógica, não mais da solidariedade de gerações, do coletivo, mas a lógica do seguro individual, de acordo com suas posses, a ser colocado na especulação financeira. Estão desconstitucionalizando as garantias”, insistiu.
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