Presidência dos deputados Alceu Moreira e Cassiá Carpes
Às 14h15min, o Sr. Alceu Moreira assume a direção dos trabalhos.
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Invocando a proteção de Deus, declaro aberta a sessão.
(Transcrição da ata da sessão solene realizada em 17 de setembro de 2008.)
Ata da sessão solene, em 17 de setembro de 2008.
Presidência dos deputados Alceu Moreira, presidente; e Cassiá Carpes, primeiro-vice-presidente.
Às 14 horas e 15 minutos, o presidente deputado Alceu Moreira assumiu a direção dos trabalhos. Presentes os seguintes deputados: Adão Villaverde, Daniel Bordignon, Elvino Bohn Gass, Ivar Pavan, Raul Pont, Ronaldo Zülke, Stela Farias, Alberto Oliveira, Alceu Moreira, Alexandre Postal, Gilberto Capoani, Luiz Fernando Záchia, Nelson Härter, Adolfo Brito, Frederico Antunes, Mano Changes, Pedro Westphalen, Adroaldo Loureiro, Giovani Cherini, Kalil Sehbe, Paulo Azeredo, Aloísio Classmann, Cassiá Carpes, Iradir Pietroski, Adilson Troca, Nelson Marchezan Júnior, Paulo Brum, Pedro Pereira, Zilá Breitenbach, Berfran Rosado, Paulo Odone, José Sperotto, Marquinho Lang, Paulo Borges, Miki Breier e Raul Carrion. Invocando a proteção de Deus, a presidência determinou a abertura da presente sessão solene, que se destinava a homenagear a Revolução Farroupilha, quando a sessão foi suspensa por breves instantes. Na sua reabertura, o presidente convidou todos os presentes a ouvirem o Hino Nacional, executado pela Banda da Brigada Militar, regida pelo primeiro-sargento José Fernando. Após, a presidência saudou: a Excelentíssima Senhora Secretária de Estado da Cultura, Senhora Mônica Leal, representando a Excelentíssima Senhora Governadora, Senhora Yeda Rorato Crusius; o Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado da Segurança Pública, Senhor Edson de Oliveira Goularte; a Excelentíssima Senhora Representante da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, Doutora Rafaela Consalter; o Excelentíssimo Senhor Chefe do Escritório do Ministério das Relações Exteriores no Rio Grande do Sul, embaixador Cláudio Lyra; o Ilustríssimo Senhor Representante do Comando Militar do Sul, tenente-coronel José Artur Lopes Rodrigues; o Ilustríssimo Senhor Representante do V Comar, tenente-coronel-aviador Dilton José Schuck; o Ilustríssimo Senhor Homenageado com a Medalha do Mérito Farroupilha, Senhor Ruy Lopes Filho, e esposa, Senhora Arminda Lopes; o Ilustríssimo Senhor Presidente do MTG, Senhor Alencar Feijó; as Ilustríssimas Senhoras e os Ilustríssimos Senhores Presidentes e Representantes de autarquias e órgãos públicos do governo: do Banco do Brasil, Senhora Aline Lopes; do IRGA, Senhor Maurício Miguel Fischer; do MARGS, Senhor Cézar Prestes; do Pólo RS – Agência de Desenvolvimento, Senhor Ronald Krumenauer; do Compaque, Senhora Rita Schang; as Ilustríssimas Senhoras e os Ilustríssimos Senhores Representantes de entidades de classe: da Ajuris, desembargador Carlos Cini Marchionatti; da OAB, Senhor Cláudio Lamachia; da Adepergs, Senhora Adriana Praetzel; do Sindilojas, Senhora Carmen Flores; do Sinapers, Senhora Truylio Penna de Moraes; da AJE–Poa, Senhor Ricardo Cunha; da Famurs, Senhora Tânia Kirst; da Federasul, Senhor Ery Bernardes; da ARI, Senhor Ercy Torma; da FCDL, Senhor Leonardo Neira; do IARGS, Senhora Violeta Odete Azevedo de Campos; do Sindifisp, Senhor Luiz Carlos Torre; da SERGS, Senhor Paulo Reali; do Lide Sul, Senhor Gustavo Ene; do Sinplast, Senhor Jorge Cardoso; o Ilustríssimo Senhor Representante da Grande Loja Maçônica do Rio Grande do Sul, grão-mestre Rui Silvio Stragliotto; as Senhoras e os Senhores Parlamentares desta Casa; as Senhoras e os Senhores Familiares e Amigos do homenageado com a Medalha do Mérito Farroupilha; as Senhoras e os Senhores Tradicionalistas presentes; as Senhoras e os Senhores Representantes da imprensa; e as senhoras e os senhores. Então, o deputado Daniel Bordignon assomou a tribuna a fim de prestar sua homenagem a mais um aniversário da revolução que ocorrera de 1835 a 1845, no século XIX, mencionando que muito poderia falar sobre o simbolismo, o significado da Revolução Farroupilha para a construção do Brasil republicano, da unidade nacional e da própria história do Rio Grande do Sul; sobre Garibaldi, Bento Gonçalves, Tito Livio Zambeccari e David Canabarro, mas que se restringiria a prestar uma justa homenagem aos primeiros habitantes de nosso Estado, que muito contribuíram para a sua construção e, estendendo a homenagem aos colegas da Região das Missões, o parlamentar recitou versos de Jayme Caetano Braun, Ode às Missões e ao Índio Missioneiro, que foram transcritos nos anais deste Parlamento. O deputado Pedro Westphalen citou sua honra em representar o Partido Progressista nesta sessão solene, expressando seu orgulho pelo seu Estado natal. O orador dissertou sobre nossa terra e nosso povo, apontando que o gaúcho era um brasileiro por opção, pois, convocado pelos brios fronteiriços, sempre desafiado pelos seus lindeiros, teria resolvido optar pela brasilidade. O parlamentar citou Plínio Salgado, que assinalara duas constantes tipicamente gaúchas: o idealismo e o amor à terra natal, sentimentos que se afirmaram ao logo da história, incluindo a Revolução Farroupilha. Ao finalizar, o deputado mencionou a importância da nossa literatura, que se tornara maior ao focalizar os temas da terra, como com Simões Lopes Neto, Alcides Maya, Érico Veríssimo e Augusto Meyer, e recitou trechos dos poemas Querência e Bisneto de Farroupilha, do escritor missioneiro Aureliano de Figueiredo Pinto. O deputado Giovani Cherini salientou a importância, para os gaúchos, do CTG, com sua música, dança e costumes, e das cooperativas, que expressavam a união do nosso povo. A seguir, o orador parabenizou o MTG do Rio Grande do Sul e discorreu sobre o resgate dos símbolos ecológicos gaúchos, como da erva-mate, do chimarrão, do quero-quero, do brinco-de-princesa, do cavalo crioulo e da marcela. Ao término de sua manifestação, o deputado homenageou o grande tradicionalista coronel Celso Souza Soares e frisou a importância da participação dos negros na Revolução Farroupilha que, de acordo com os cálculos do exército imperial, teriam composto de um terço à metade do exército rebelde, e também dos índios, sugerindo que esses fossem resgatados na história da Revolução Farroupilha, e recitou versos de Querência Amada, de Teixeirinha. O deputado Cassiá Carpes asseverou que a rebelião farrapa, que, por longos 10 anos, espalhara sofrimento e sangue das planícies do pampa à aspereza de nosso litoral, também mostrara que ao homem gaúcho jamais serviriam de modelo a submissão e a opressão, tendo os farrapos lutado contra o centralismo do império e erguido, como nunca antes no Brasil, as bandeiras do liberalismo e do federalismo. Ao tecer histórico desse período da história do Rio Grande, o parlamentar enfatizou o amor dos gaúchos à pátria brasileira e enalteceu o seu espírito, que, marcado a ferro e sangue, passaria a ser mais forte e libertário do que nunca, tendo, a epopéia farroupilha, emergido, à luz da modernidade, para ocupar, na história, o lugar que lhe era devido. Ao concluir seu pronunciamento, o deputado resgatou a origem das comemorações da Semana Farroupilha, lembrando o surgimento da Ronda Crioula, e reverenciou a memória dos nossos antepassados, revolucionários que nos deixaram um rico legado de retidão e bravura, renovando os desejos de paz inspirados pelos mesmos ideais farroupilhas de liberdade, humanidade e igualdade. O deputado Adilson Troca externou que, para ele, a comemoração da Semana Farroupilha simbolizava o orgulho de ser gaúcho, afirmando que aqueles que, por vezes, diziam que perdêramos a revolução, não conseguiam entender a grande vitória do povo gaúcho, pois esse era forte, bravo e firme em suas posições e havia construído este Estado, esta história e o ideal farroupilha de liberdade, igualdade e humanidade. O parlamentar asseverou que a luta continuava, mas as armas eram a coragem e determinação para continuar fazendo com que nosso Estado permanecesse no caminho certo, o caminho do desenvolvimento, para tornar nossa Pátria economicamente próspera e socialmente justa e para garantir esse legado às futuras gerações. O orador ressaltou que, neste ano, a comemoração de nossos ideais vinha permeada de um sentimento maior de boas notícias e grandes perspectivas, referindo ao anúncio do maior financiamento já concedido pelo Banco Mundial a um Estado, o qual permitiria a quitação de dívidas de custos maiores herdadas pela administração estadual. Concluindo, o deputado regozijou-se com a aprovação de projeto de lei de sua autoria que declarava patrimônio cultural do Estado a Semana Farroupilha do Município de Piratini e, mencionando os símbolos oficiais e afetivos do nosso povo, parabenizou-o pela manutenção de nossas raízes. O deputado Miki Breier enalteceu nossos símbolos, nossa poesia, lendo poema de Telmo de Lima Freitas. O parlamentar constatou que, ao vestir uma bombacha ou ao amarrar um lenço no pescoço, todos os homens tornavam-se gaúchos, todas as diferenças eram deixadas de lado, e todos se transformavam em uma única família. Prosseguindo, o deputado Miki Breier constatou que o Rio Grande se fizera recebendo estrangeiros de todas as partes do mundo, com índios, negros e brancos convivendo com respeito e solidariedade, mostrando ao restante do País e ao mundo que era possível respeitar a enorme pluralidade de raças, religiões, costumes e tudo o mais que um homem e uma mulher carregavam consigo. Ao encerrar seu pronunciamento, o orador indagou se, no passado o pequeno povoado fora capaz de pegar em armas e transformar campos, matas e coxilhas em um Estado, porque não poderíamos fazer deste o mais justo e o mais rico do Brasil. O deputado Raul Carrion fez uma análise da Guerra dos Farrapos, destacando que essa fora a única revolta, durante todo o império, que constituíra de fato uma república, com duração de mais de oito anos, com suas leis próprias, órgãos de governo, coletoria, polícia, serviços de correios, jornal oficial e símbolos, constituindo-se no mais relevante episódio da história do Rio Grande do Sul. O orador mencionou a mitificação ideológica da Revolução Farroupilha, por setores da oligarquia rural, e que, através da historiografia tradicional, ignoravam as suas contradições frente à escravidão, do que a Traição de Porongos era a expressão mais trágica. Ao concluir, o parlamentar fez um balanço dos 173 anos do início da Revolução Farroupilha, preconizando o rompimento com toda e qualquer manipulação ideológica e com os mitos ufanistas, que só dificultavam a compreensão da grandeza, das contradições e das limitações históricas da guerra dos rio-grandenses, raiz das posições progressistas, libertárias e antiimperialistas dos gaúchos e sempre presentes nas grandes lutas do povo brasileiro, como na Coluna Prestes, na Revolução de 30, no Movimento da Legalidade, na resistência à Ditadura e, hoje, na luta contra o neoliberalismo e por um novo projeto de Nação, com soberania, democracia e justiça social. Posteriormente, o presidente deputado Alceu Moreira convidou os presentes a ouvirem o Hino Rio-Grandense. Então, após convidar a todos para a cerimônia de outorga da Medalha do Mérito Farroupilha, que ocorreria a seguir, e nada mais havendo a tratar, a presidência encerrou a presente sessão solene às 16 horas, convocando os parlamentares para a sessão ordinária da próxima terça-feira, à hora regimental. Plenário, em 17 de setembro de 2008.
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Declaro aprovada a ata da sessão solene, que se encontra à disposição dos Srs. Parlamentares na secretaria da Mesa até o final desta sessão, ressalvando a S. Exas. o direito de retificá-la, por escrito, se assim o desejarem.
Solicito ao secretário que proceda à leitura do expediente que se encontra sobre a mesa.
(O Sr. Secretário procede à leitura do expediente.)
(Transcreve-se a matéria lida.)
Ofício n° 1033/08-AB
PORTO ALEGRE, 03 de outubro de 2008.
Senhor Presidente da Assembléia Legislativa:
No instante em que o cumprimento, muito cordialmente, venho à sua presença para lhe informar da minha ausência nas Sessões Plenárias programadas para os dias 07.10.08 (terça-feira) e 08.10.08 (quarta-feira).
Quero destacar, Deputado Alceu Moreira, que estarei impossibilitado de comparecer ao Plenário em virtude de viagem a Brasília, onde manterei audiências na Secretaria Executiva de Câmaras Setoriais do Ministério da Agricultura, para tratar da Câmara Setorial do Mel, assim como no Ministério da Educação tratando de recursos para escolas, além de encontros na Câmara dos Deputados e Senado Federal.
Ao ter exposto a minha ausência nas mencionadas sessões plenárias, de acordo com o Código de Ética Parlamentar, Artigo 26, IV, peço a gentileza das suas providências, no sentido de que a presente justificativa surta os efeitos regimentais desejados.
Na oportunidade, reafirmo-lhe as expressões de apreço e consideração.
Atenciosamente,
ADOLFO BRITO,
Deputado Estadual
Excelentíssimo Senhor
Deputado ALCEU MOREIRA
DD. Presidente da Assembléia Legislativa
2° andar - Nesta Casa.
Memorando N° 179/2008
Data: 06 de outubro de 2008
Do: Gabinete Deputado Raul Carrion
Para: Presidência da Assembléia Legislativa
Senhor Presidente:
Ao cumprimentá-lo, venho através deste informar que estarei ausente às Sessões Plenárias dos dias 07, 08 e 09 de outubro, por estar participando da 18ª Reunião do Conselho das Cidades e dos Comitês Técnicos respectivamente, atividades que se realizarão em Brasília/DF.
Atenciosamente,
Raul Carrion,
Deputado Estadual
Líder da Bancada do PCdoB na ALERS
MEMORANDO N. 177/2008
Da: Assessoria da Mesa e da Presidência
Para: Membros da Mesa
Em: 03 de outubro de 2008
Senhores Deputados:
Encaminho a Vossas Excelências minhas justificativas de ausência em Plenário nas datas que seguem, relativamente ao mês de setembro:
Dia 04 de setembro - Ato de Assinatura do Termo de Cooperação objetivando a proteção do meio ambiente no âmbito das redes ambientais do Rio Gravataí e Rio dos Sinos.
Horário: 14h
Local: Estande IRGA, na Expointer/Esteio.
Visita de cortesia à FEPAGRO.
Horário: 15h30min
Local: Casa da FEPAGRO, na Expointer.
Visita de cortesia ao IRGA.
Horário: 16h30min
Local: Estande do IRGA, na Expointer.
Assembléia Regional de Convergência. Região Funcional 1. Coredes: Metropolitano do Delta do Jacuí, Centro do Sul, Vale do Caí, Vale do Rio dos Sinos e Paranhana, Encosta da Serra.
Horário: 18h30min (abertura)
Local: Câmara de Vereadores do Gravataí
Dia 11 de setembro - Entrevista à Rádio Pelotense. Pauta: Assembléia Regional de Convergência.
Horário: 14h
Local: Pelotas
Visita à Prefeitura Municipal e a Câmara de Vereadores de Pelotas.
Visita aos Coredes.
Horário: a partir das 14h30min.
Assembléia Regional de Convergência, Região Funcional 5. Coredes: Sul.
Horário: 18h30min (abertura)
Local: Pelotas
Dia 24 de setembro - 14h - Visita aos representantes dos Coredes da Região Funcional 7: Fronteira Noroeste, Missões, Noroeste Colonial e Celeiro, a fim de reiterar o convite que lhes fora feito para participarem da Assembléia Regional de Convergência, do Programa Sociedade Convergente, prevista para realizar-se nos dias 25 e 26 de setembro, no Auditório da Sede Acadêmica da FIDENE - Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado, em Ijuí.
Atenciosamente,
Deputado Alceu Moreira,
Presidente.
MEMORANDO N.° 203/2008
DATA: 06-10-2008.
PARA: GABINETE DA PRESIDÊNCIA
DO: GABINETE DO DEPUTADO PAULO ODONE
Senhor Presidente:
Ao cumprimentá-lo, justifico a minha ausência na 80ª Sessão Ordinária realizada no dia 23 de setembro do corrente, em virtude de estar cumprindo com atividades parlamentares externas previamente agendadas.
Deputado Paulo Odone,
Líder da Bancada PPS.
Mem. N°. 61/08- CS
Data: 02/10/2008
Para: Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembléia Legislativa
Assunto: Justificativa de ausência do Deputado
Excelentíssimo Senhor Presidente:
Venho pelo presente justificar minha ausência nas Sessões Plenárias dos dias 03, 09, 11 e 24 de setembro passado, por motivos de incompatibilidade de agenda e compromissos inadiáveis inerente ao meu mandato parlamentar.
Na certeza de contar com a vossa compreensão, apresento a Vossa Excelência as minhas saudações.
Daniel Bordignon,
Deputado Estadual,
Exmo. Senhor Presidente
Deputado Alceu Moreira
Memorando n° 110/2008
De: Gabinete do Deputado Paulo Azeredo
Para: Presidência desta Casa
Assunto: Justificativa de ausência
Data: 01/10/2008
Senhor Presidente:
Pelo presente informo a Vossa Excelência que não compareci às Sessões Plenárias dos dias 03, 04, 10 e 24 de setembro por estar participando de compromissos fora da Assembléia Legislativa.
Atenciosamente,
Deputado Paulo Azeredo
Of. 181/08-ATBPDT
Porto Alegre, 03 de outubro de 2008.
Senhor Presidente:
JUSTIFICO a Vossa Excelência, para os fins dos artigos 26, IV, 31, V, e 34, VIII, da Resolução n° 2.514, de 30 de Novembro de 1993, e suas alterações (Código de Ética Parlamentar), minha AUSÊNCIA nas Sessões Plenárias dos dias 04 (quatro), 09 (nove), 23 (vinte e três) e 24 (vinte e quatro) do mês de setembro recém findo, por encontrar-me tratando de agenda ligada ao exercício do meu mandato parlamentar, especifica e respectivamente:
Dia 04/9 - em Arvorezinha, representando a Assembléia Legislativa na abertura da 4ª Fenamate;
Dia 09/9 - em audiência agendada pela Chefia da Casa Civil, onde compareci após realizar o Grande Expediente Especial pelos 60 Anos de Israel na Sessão Ordinária, não tendo, contudo, conseguido voltar a tempo de participar da Ordem do Dia;
Dias 23 e 24/9 - acompanhando o Sr. Ministro do Trabalho Carlos Lupi, em diversas audiências com autoridades e representantes comunitários de São Borja e Itaqui.
Atenciosamente,
Deputado GIOVANI CHERINI
Vice-Líder da Bancada do PDT.
Memo: 99/2008/PA
Data: 11/09/2008
De: Gabinete do Deputado Frederico Antunes
Para: Gabinete da Presidência
Excelentíssimo Senhor,
Ao cumprimentá-lo cordialmente, venho por meio deste justificar minha ausência na sessão plenária da data de hoje, tendo em vista, estar participando de audiência com o Chefe da Casa Civil, Sr. José Alberto Wenzel.
Atenciosamente
Frederico Antunes
Deputado Estadual - PP
Memo: 100/2008/PA
Data: 24/09/2008
De: Gabinete do Deputado Frederico Antunes
Para: Gabinete da Presidência
Excelentíssimo Senhor,
Ao cumprimentá-lo cordialmente, venho por meio deste justificar minha ausência na sessão plenária na data de hoje, por motivo de viagem a Caxias do Sul, a fim de participar da homenagem aos 6 anos da Trino Pólo, na Câmara de Vereadores daquela cidade.
Atenciosamente
Frederico Antunes
Deputado Estadual - PP
Of. Gab. N.° 41/2008
Porto Alegre / RS, 29 de Setembro de 2008
Prezado Presidente:
Venho por meio desta apresentar justificativa pela minha ausência nas Sessões Plenárias da Assembléia Legislativa do Estado, nos dias 03, 04 e 17 de setembro do corrente ano.
Naquelas oportunidades, ausentei-me das Sessões acima citadas em decorrência da necessidade de participar de vários compromissos assumidos no interior do Estado, a serviço do mandato parlamentar.
Limitados ao exposto, receba Vossa Excelência nossos protestos de elevada estima e consideração.
Atenciosamente,
GERSON BURMANN
Deputado Estadual - PDT
Ao
Exmo. Dep. ALCEU MOREIRA
DD. Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do RS
PORTO ALEGRE / RS
Memo: 98/2008/PA
Data: 16/09/2008
De: Gabinete do Deputado Frederico Antunes
Para: Gabinete da Presidência
Excelentíssimo Senhor,
Ao cumprimentá-lo cordialmente, venho por meio deste justificar minha ausência na sessão plenária na data de hoje, tendo em vista, estar participando de audiência com o Diretor do Banrisul, Sr. Valdir Andres.
Atenciosamente
Frederico Antunes
Deputado Estadual - PP
Memorando N°. 046/2008
Do: Gabinete do Deputado NELSON HÄRTER
Para: Gabinete da Presidência
Data: 01 de Outubro de 2008
Assunto: Justificativa de Ausência em Plenário
Senhor Presidente:
Através do presente, venho justificar minha ausência na sessão plenária do dia 24 de setembro do corrente ano, em razão de compromissos parlamentares inadiáveis.
Atenciosamente,
DEPUTADO NELSON HÄRTER.
DEPUTADO ESTADUAL
MEMO n° 052/2008
DE: Gabinete Deputado Fabiano Pereira
PARA: Exmo. Sr. Alceu Moreira - M.D. Presidente da AL
EM: 30-09-2008
Dirijo-me a Vossa Excelência com a finalidade de justificar minha ausência na sessão plenária do dia 16 de setembro do corrente ano, pois estive cumprindo agenda Parlamentar fora da Casa.
Atenciosamente,
Deputado Fabiano Pereira
MEMO n° 053/2008
DE: Gabinete Deputado Fabiano Pereira
PARA: Exmo. Sr. Alceu Moreira - M.D. Presidente da AL
EM: 30-09-2008
Dirijo-me a Vossa Excelência com a finalidade de justificar minha ausência na sessão plenária do dia 17 de setembro do corrente ano, pois estive cumprindo agenda Parlamentar fora da Casa.
Atenciosamente,
Deputado Fabiano Pereira
MEMO n° 056/2008
DE: Gabinete Deputado Fabiano Pereira
PARA: Exmo. Sr. Alceu Moreira - M.D. Presidente da AL
EM: 30-09-2008
Dirijo-me a Vossa Excelência com a finalidade de justificar minha ausência na sessão plenária do dia 23 de setembro do corrente ano, pois estive cumprindo agenda Parlamentar fora da Casa.
Atenciosamente,
Deputado Fabiano Pereira
MEMO n° 057/2008
DE: Gabinete Deputado Fabiano Pereira
PARA: Exmo. Sr. Alceu Moreira - M.D. Presidente da AL
EM: 30-09-2008
Dirijo-me a Vossa Excelência com a finalidade de justificar minha ausência na sessão plenária do dia 24 de setembro do corrente ano, pois estive cumprindo agenda Parlamentar fora da Casa.
Atenciosamente,
Deputado Fabiano Pereira
MEMORANDO N° 084/2008
DATA: 29/09/2008
DE: Gabinete do Deputado Edson Brum
PARA: Mesa Diretora
ASSUNTO: Justificativa de Ausência
Senhor Presidente
Através deste venho informar que estive ausente da sessão ordinária do dia 24 de setembro, pois estive cumprindo agenda parlamentar no interior do estado.
Atenciosamente,
Edson Brum
Deputado Estadual
MEMO: 08/2008
DE: GABINETE DEP. JOSÉ SPEROTTO
PARA: GABINETE DA PRESIDÊNCIA
EM: 30 de setembro 2008
Senhor Presidente:
Ao cumprimentá-lo, cordialmente, comunico que estive ausente nas Sessões Plenárias do dia 03 de setembro, em atividade parlamentar no município de Pelotas; dia 04 de setembro, em atividade parlamentar no município de Chuí; dia 11 de setembro, em atividade parlamentar no município de Guaíba; dia 23 de setembro, em atividade parlamentar no município de Caçapava do Sul.
Atenciosamente,
DEPUTADO JOSÉ SPEROTTO
Líder Partidário - Democratas
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Não há mais expediente a ser lido.
Passo, imediatamente, ao
GRANDE EXPEDIENTE ESPECIAL
Está inscrito o deputado Gilmar Sossella, que, neste grande expediente especial, fará homenagem aos 200 anos de fundação do Banco do Brasil.
Suspendo a sessão por breves instantes para recebermos os nossos convidados e compormos a mesa dos trabalhos.
(Suspende-se a sessão.)
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Estão reabertos os trabalhos.
Saúdo o superintendente estadual do Banco do Brasil, Sr. Ary Joel Lanzarin; o embaixador do esporte do Banco do Brasil, Sr. Paulo André Jukoski da Silva; o superintendente regional de Porto Alegre do Banco do Brasil, Sr. João Zanetti de Lucca; os integrantes do coral do Banco do Brasil; os diretores, gerentes e demais colaboradores do Banco do Brasil.
Saúdo ainda o representante do escritório do Ministério das Relações Exteriores no Rio Grande do Sul, embaixador Cláudio Lyra; o representante do Comando Militar do Sul, major Hugo Amaral; o proponente deste grande expediente especial, deputado Gilmar Sossela; as Sras. e os Srs. Parlamentares desta Casa; o ex-deputado deste Parlamento, Sr. José Fortunati.
Cumprimento os presidentes e representantes das seguintes autarquias e órgãos públicos do governo: da Superintendência Federal de Agricultura, Sra. Andréia Pinto; da Faders, Sr. Cláudio Petrucci; da Polícia Civil, Sr. Francisco José Tubelo; da Caixa RS, Sr. Joni Jorge Kaercher; e do IRGA, Sr. Rubens Silveira.
Cumprimento também os presidentes e representantes das seguintes entidades de classe: da AABB, Sr. Giovani Toigo; do Senar, Sr. Saulo Gomes; da Fetag, Sr. Sérgio de Miranda; da Cooperforte, Sr. Odilar Capellari; da Federarroz, Sr. Renato Rocha; e da Farsul, Sr. Luiz Alberto Pitta Pinheiro; o prefeito de Santo Antônio da Patrulha, Sr. Daiçon Maciel; os representantes da imprensa; as senhoras e os senhores.
Concedo a palavra ao deputado Gilmar Sossella.
O SR. GILMAR SOSSELLA (PDT) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados:
Saúdo o superintendente estadual do Banco do Brasil, Sr. Ary Joel Lanzarin, aqui representando o presidente do Banco do Brasil, Sr. Antônio Francisco de Lima Neto, o qual telefonou para agradecer a todos os colegas deputados por esta homenagem; o embaixador do esporte do Banco do Brasil, Paulo André Jukoski da Silva, o Paulão; o superintendente regional de Porto Alegre do Banco do Brasil, João Zanetti de Lucca.
Saúdo também os colegas do Banco do Brasil que se encontram nesta tarde memorável e histórica para todos nós; a coordenadora do projeto AABB Comunidade de Santo Antônio da Patrulha, Sônia Migliavacca; e os componentes do coral que aqui se apresentou, destacando que 6.500 jovens integram o AABB Comunidade – em minha cidade, Tapejara, tivemos a honra de implantar esse projeto. Meus parabéns a essa garotada que participa dos projetos de arte, música e cidadania, os quais proporcionam o encaminhamento de um verdadeiro cidadão, como todos queremos.
Saúdo ainda o representante do escritório do Ministério das Relações Exteriores no Rio Grande do Sul, embaixador Cláudio Lyra; o representante do Comando Militar do Sul, major Hugo Amaral; as Sras. e os Srs. Deputados desta Casa; o ex-deputado José Fortunati; o prefeito de Santo Antônio da Patrulha, Sr. Daiçon Maciel; os presidentes e representantes das seguintes autarquias e órgãos públicos de governo: da Superintendência Federal de Agricultura, Sra. Andréia Pinto; da Faders, Sr. Cláudio Petrucci; da Polícia Civil, Sr. Francisco José Tubelo; da Caixa RS, Sr. Joni Jorge Kaercher; do IRGA, Sr. Rubens Silveira; e os presidentes e representantes das seguintes entidades de classe: da AABB, Sr. Giovani Toigo; do Senar, Sr. Saulo Gomes; da Fetag, meu amigo Sérgio de Miranda; da Cooperforte, Sr. Odilar Capellari; da Federarroz, Sr. Renato Rocha; e da Farsul, Sr. Luiz Alberto Pitta Pinheiro.
Registro, Sr. Presidente, a presença da Sra. Clarissa Fátima Conceição e do Sr. João Deuclides Alves Conceição, pais da atleta Rosângela Conceição, primeira brasileira a conseguir vaga na luta feminina em jogos olímpicos, a qual disputou em Pequim. Sejam todos bem-vindos.
É com muita honra que ocupamos esta tribuna para homenagear o Banco do Brasil, a maior instituição financeira deste País, que comemora 200 anos de Brasil e 92 anos de Rio Grande do Sul.
O Banco do Brasil é uma marca que fez história e faz parte do futuro da Nação.
É o primeiro banco dos brasileiros no Brasil e no exterior. É um dos principais agentes do desenvolvimento econômico e social do País e promove a inclusão, através da geração de trabalho e renda.
O Banco do Brasil é um banco parceiro, interativo e responsável que se apresenta nas primeiras décadas do século 21 com mais de 80 mil funcionários, 26 milhões de correntistas, 15 mil pontos de atendimento e uma carteira de crédito de 150 bilhões e 200 milhões de reais.
No Rio Grande do Sul, o Banco do Brasil está presente em 276 Municípios, com 341 agências e 945 pontos de atendimento. Somente nesta Capital, são 43 agências e 130 pontos de atendimento.
Em 14 Municípios do Estado, o Banco do Brasil é a única instituição bancária presente.
Situado entre as empresas mais duráveis do mundo, o Banco do Brasil chega ao bicentenário com um modelo de gestão capaz de regular o mercado financeiro mesmo em períodos de turbulência.
Apenas quatro empresas no mundo chegaram aos 200 anos de fundação. Uma delas é brasileira. Uma delas é o Banco do Brasil!
Desde 12 de outubro de 1808, quando a Corte Portuguesa desembarcou na cidade do Rio de Janeiro, o Banco do Brasil se faz presente na vida dos brasileiros, atuando nos mais variados setores, principalmente na indústria, comércio, agricultura, prestação de serviços e políticas públicas.
Quando a família real aqui aportou e Dom João VI promoveu a abertura dos portos às nações amigas, estava evidente a necessidade de instituir um sistema financeiro no País capaz de estabelecer condições monetárias e de crédito para o desenvolvimento do comércio.
Junto com a imprensa e a reinstituição do Real Erário, Dom João VI determinou que os governadores das capitanias buscassem acionistas para o primeiro banco do Brasil.
O lançamento das ações foi a primeira e mais longa das operações desse tipo no mercado brasileiro de capitais.
Encerrou-se a oferta pública de ações, completando-se o capital de 1 mil e 200 contos de réis.
Em 1819, o Banco do Brasil financiou a construção da primeira bolsa de valores, a Bolsa do Rio de Janeiro, uma das mais sólidas vinculações com o nascente mercado de capitais do Brasil.
Funcionando como uma espécie de banco central misto, o Banco do Brasil foi o quarto banco emissor do mundo, depois do Banco da Suécia, em 1668; Banco da Inglaterra, em 1694; e Banco da França, em 1800.
Treze anos depois da fundação, em 1921, o primeiro banco do Brasil viveu sua primeira crise, quando Dom João VI retornou a Portugal levando consigo os recursos depositados na instituição.
Porém, em 1822, quando Dom Pedro I declarou a independência do País, mesmo com a saúde financeira abalada, o Banco do Brasil se tornou o principal parceiro da Nação para custear a construção de escolas e hospitais.
Vejam que vem de berço esse modelo de gestão do Banco do Brasil, que promove nos dias de hoje o fortalecimento dos setores produtivos e serve de refúgio para outros setores vulneráveis, porém indispensáveis, como o da agricultura.
Apesar de sua importância, a instituição fechou as portas por quatro anos, entre 1829 e 1833.
Os motivos estavam relacionados a questões políticas, discordâncias quanto ao meio circulante e ao êxodo dos metais preciosos.
Uma lei precisou ser sancionada em 1833 para coibir a desordem financeira e restabelecer os principais conceitos e objetivos do Banco do Brasil, nascidos em 1808.
Oficialmente, o nome Banco do Brasil surge em 1851, num ato do Barão e Visconde de Mauá.
O batizado foi simultâneo ao lançamento público de ações, dessa vez com um capital de 10 mil contos de réis, valor considerado o mais vultoso entre as sociedades existentes na América Latina.
Em 1953, dois anos depois, a instituição se fundiu ao Banco Comercial do Rio de Janeiro, fato que propiciou um aumento de capital para 30 mil contos de réis.
No mesmo ano, foi criada a Carteira de Comércio Exterior, que intensificou o financiamento das exportações brasileiras.
Passados 72 anos, no fim da década de 1880, o Banco do Brasil se destacou como indutor do fomento econômico, destinando as primeiras linhas de crédito para a agricultura, em especial para o café.
Com a proclamação da República, em 1889, outra vez coube ao Banco do Brasil equilibrar os impactos financeiros causados pelo fim da monarquia.
Os anos foram passando, e a instituição teve várias conquistas, consagrando-se na rede bancária brasileira e mundial.
Em 1906, teve as ações transacionadas publicamente nas bolsas de valores.
Em 1937, foi criada a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial, que financiou a aquisição de máquinas, custeio de safras e entressafras, sementes, melhorias de rebanhos, matéria-prima e reequipamento industrial.
Na década de 40, destacamos o ano de 1941, quando o banco esteve presente na Marcha para o Oeste, deflagrada pelo presidente Getúlio Vargas, ajudando a incorporar milhares de hectares de terras ao processo produtivo.
Nesse mesmo ano, em 10 de novembro, o Banco do Brasil exportou a primeira agência para além das fronteiras nacionais, instalando-se em Assunção, no Paraguai.
Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1945, com o Brasil integrando as forças aliadas, nossos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira foram deslocados para a Itália.
E lá estava o Banco do Brasil, atendendo nos escritórios em Roma, Nápoles e Pistóia, e, posteriormente, em Gênova, com a missão de pagar a tropa, transferir numerário para o Brasil, além de atender à embaixada e aos consulados.
Cada vez mais a instituição reacendia o compromisso com a Nação, consolidando-se como um símbolo nacional.
Em 1º de março de 1916, o Rio Grande do Sul ganhou sua primeira agência do Banco do Brasil, a décima filial brasileira da instituição.
Lado a lado do povo gaúcho, a agência foi instalada inicialmente na esquina das ruas Sete de Setembro e Ladeira, hoje rua General Câmara. Em 1962, foi transferida para a rua Uruguai, no largo da prefeitura, seu endereço atual, que serve de referência aos porto-alegrenses.
Na implantação da Companhia Siderúrgica Nacional, um dos marcos da industrialização do País, lá estava o Banco do Brasil.
Em 21 de abril de 1960, dia da inauguração da nova capital brasileira, a sede do Banco do Brasil foi transferida para Brasília, marcando história e cumprindo o papel de ser o principal agente financeiro dos governos brasileiros.
O Banco do Brasil crescia e, em 1967, foram inauguradas agências e escritórios na América Latina, autorizando também a abertura da filial de Nova Iorque.
O crescimento era extraordinário e, em 1971, a instituição já somava 975 agências em território nacional e 14 no exterior.
A milésima agência do Banco do Brasil surgiu em 15 de novembro de 1976, na cidade de Barra do Bugres, em Mato Grosso, um marco na expansão da rede bancária do País.
O compromisso com o desenvolvimento do País continuou ao longo dos anos, sempre pautado pelos princípios da ética, responsabilidade socioambiental e valorização cultural.
Essa ação se evidenciou em 1985, com a criação da Fundação Banco do Brasil, quando o BB passou a exercer importante papel nas áreas cultural, educacional e social.
O Banco do Brasil alfabetizou mais de 140 mil pessoas e investiu em programas de inclusão e tecnologia social, entre outros projetos de assistência às comunidades urbanas e rurais.
O Banco do Brasil reafirmava sua posição de precursor em movimento cultural, apoiando a difusão e democratização da cultura, com incentivos em diversas áreas, com a inauguração dos Centros Culturais Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo.
O Banco do Brasil também se transformava no Banco do Esporte, patrocinando, desde 1991, as seleções masculina e feminina de vôlei, nas categorias infanto-juvenil e adulto. O Paulão é a nossa grande testemunha.
Em 1998, na conquista do título olímpico da seleção masculina de vôlei, em Barcelona, a força do Banco do Brasil impulsionou um dos momentos mais bonitos do esporte brasileiro.
Destaco aqui, prezado Embaixador do Esporte, Paulo André Jukoski da Silva, o jogo contra a Rússia, quando o senhor marcou 15 pontos naquela partida e contribuiu de forma significativa para a vitória brasileira, numa grande virada no placar.
O Banco do Esporte, ao apoiar diversas modalidades esportivas, gerou 6.400 empregos temporários em 2006. Atendeu a mais de 9 mil crianças em oficinas do esporte e arrecadou 118 toneladas de alimentos. Diretamente, o apoio ao esporte beneficiou 1.700 atletas brasileiros.
Meu caro presidente da AABB de Porto Alegre, Luís Antônio Brum Silveira, cabe ressaltar a atuação forte da Associação Atlética Banco do Brasil aqui no Estado.
A AABB está presente na grande maioria dos Municípios. Através de convênios com as prefeituras municipais, desenvolve programas como AABB Comunidade – registro a presença de alunos que enaltecem e trazem a síntese do modelo implantado no Rio Grande do Sul –, BB Educar e outras atividades, proporcionando novas perspectivas de vida a crianças, jovens e adultos.
Enquanto seguia sua trajetória de sucesso, o Banco do Brasil precisou superar mais um desafio no ano de 1986, quando a instituição sofreu uma das principais transformações de sua história.
Nesse ano, o governo federal decidiu extinguir a conta movimento, mecanismo que assegurava ao Banco do Brasil suprimento automático de recursos para as operações.
Perdeu por um lado, mas teve a oportunidade de atuar em mercados franqueados às demais instituições financeiras.
Em 15 de maio de 1986, foi constituída a BB Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., iniciando-se a transformação do banco em conglomerado financeiro.
A partir daí, quatro subsidiárias passaram a integrar o conjunto de empresas vinculadas ao banco.
A Poupança Ouro alcançou o equivalente a 7,5% de poupança do País.
Na implantação do Plano Real pelo governo federal, em 1994, o Banco do Brasil assumiu papel estratégico. Foi o responsável pela substituição da antiga moeda pela nova. Distribuiu 3 bilhões e 800 milhões de reais às 31 agências existentes no País.
O Banco do Brasil reestruturava-se para se adaptar à nova conjuntura econômica advinda do plano e à conseqüente queda da inflação que afetou o sistema bancário.
Com isso, em 1996, a instituição sofreu uma crise, tendo de adotar medidas saneadoras e de regularização de antigas pendências de crédito. Fechou o primeiro semestre com prejuízo de 7 bilhões e 600 milhões de reais. No mesmo ano, realizou uma chamada de capital de 8 bilhões de reais.
Como diz o ditado: Após a tempestade, vem a bonança.
Em 1997, o Banco do Brasil reduziu as despesas e ampliou receitas, voltando a apresentar lucro na ordem de 573 milhões de reais.
O banco demonstrava capacidade de adaptação às exigências do mercado. Com liberdade de ação, o Banco do Brasil crescia e se modernizava.
Inaugurou seu Centro Tecnológico, um dos mais modernos e bem equipados do mundo, e destacou-se como o primeiro banco a conquistar o ISO 9002 em análise de crédito.
É avaliada como melhor instituição financeira nacional em qualidade de serviços; maior carteira de créditos; maior base de clientes do País; maior rede de atendimento do Brasil; líder na administração de recursos de terceiros; e maior rede de atendimento bancário da América Latina.
Apesar de buscar a maior parte dos recursos operacionais no mercado, o Banco do Brasil nunca deixou de ser o principal agente financeiro dos governos brasileiros.
É responsável pelo repasse de recursos a Estados e Municípios, destacando-se o Fundo de Participação dos Estados, o Fundo de Participação dos Municípios, o Fundef e outras transferências constitucionais.
Importante destacar sua presença no agronegócio, financiando igualmente boa parte das exportações e contribuindo para o desenvolvimento de micro e pequenas empresas por meio de linhas de crédito, de capital de giro e de investimentos.
No ano de 2000, era da globalização, o Banco do Brasil marcou a expansão na Internet com o Portal Banco do Brasil, abrigando sites de investimentos, agronegócios, negócios internacionais, relações com investidores.
Consolidou-se como instituição financeira brasileira com maior presença na rede mundial. Adotou a configuração de banco múltiplo, com vantagens na redução de custos, racionalização de processos e otimização da gestão financeira e fisico-tributária.
A opção de crescer de forma sustentável marcou o lançamento da Agenda 21, em 2003.
Nesse período, o Banco do Brasil formalizava o posicionamento de conciliar desempenho econômico com a incorporação dos princípios da responsabilidade social em seus produtos, serviços, negócios e rotinas administrativas.
Sr. Presidente, sempre afirmo ter três faculdades. No campo acadêmico, sou formado em Direito pela Universidade de Passo Fundo. Aos 47 anos, estou cursando a faculdade da vida. E o que me orgulha muito é ter a faculdade do Banco do Brasil – uma grande escola de valores éticos e morais, sobretudo da humildade, da solidariedade, da entreajuda e do servir.
Tenho orgulho de levar comigo o nome do Banco do Brasil. Lembro-me, como se fosse hoje, do dia 19 de novembro de 1982, quando compareci à agência de Tapejara para iniciar o meu primeiro dia de trabalho.
Mais do que obter um trabalho, quando ingressamos nessa instituição, filiamo-nos a um projeto de vida, a um projeto de Brasil e a um projeto de desenvolvimento.
Essa é a visão que cada servidor – colegas meus – leva consigo ao fazer parte dessa grande família Banco do Brasil.
Nessa instituição, lapidamos nosso caráter e temos a oportunidade de participar de um competente modelo de gestão, especialmente na execução de políticas públicas.
Na prefeitura de Tapejara, presidente Alceu Moreira, onde tive a honra de ocupar o cargo de prefeito por oito anos, implantei algumas ações que aprendi como funcionário dessa grande instituição. Apliquei muitos dos conhecimentos básicos adquiridos dentro do Banco do Brasil.
O gestor deve cuidar do dinheiro público com muito mais responsabilidade do que cuida do seu próprio dinheiro.
Sinto-me honrado, na passagem dos 200 anos do Banco do Brasil, de prestar esta homenagem a uma instituição que muito nos orgulha.
Caros colegas, gerentes e superintendentes do Banco do Brasil, muito obrigado pela presença e parabéns pelos 200 anos bem vividos dessa instituição.
O Sr. Raul Pont (PT) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Deputado Gilmar Sossella, com a sua permissão, eu queria cumprimentar os componentes da mesa, os diretores, gerentes e funcionários do Banco do Brasil que nos visitam e prestigiam esta Casa e as crianças e adolescentes que aqui se apresentam nesta tarde.
Em nome da bancada do Partido dos Trabalhadores, queríamos nos associar ao seu pronunciamento nesta justa homenagem a essa instituição bicentenária tão importante para o nosso País. De certa forma, o Banco do Brasil nasceu antes da nossa independência e atravessou esses dois séculos como uma instituição fundamental para o desenvolvimento econômico, para o crédito, para o financiamento, e como um exemplo de órgão público no nosso País.
Os momentos que vivemos hoje, nesta verdadeira tempestade que atinge o mundo todo principalmente no campo financeiro, demonstram muito bem o papel e a importância não só dos bancos públicos, mas a necessidade de um setor tão fundamental como o de crédito estar sob controle público para que não fiquemos à mercê da especulação, da agiotagem e do ganho fácil em que vimos se transformarem as bolsas de valores e o mercado financeiro internacional.
Portanto, queríamos nos solidarizar com o seu pronunciamento, cumprimentar todos os funcionários do Banco do Brasil aqui presentes e registrar que a bancada do Partido dos Trabalhadores reafirma o seu compromisso em defesa de instituições públicas na área financeira do País. Essas instituições, como a Caixa Econômica Federal, o BNDES e os bancos regionais, têm demonstrado que sem elas o nosso País não teria alcançado este patamar de desenvolvimento urbano e industrial moderno que construímos.
Parabéns, deputado Gilmar Sossella, pelo seu pronunciamento. Muito obrigado.
O Sr. Adilson Troca (PSDB) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Quero saudar V. Exa., deputado Gilmar Sossella; o nosso presidente, deputado Alceu Moreira; o superintendente estadual do Banco do Brasil, Ary Joel Lanzarin; o representante do Escritório do Ministério das Relações Exteriores no Rio Grande do Sul, embaixador Cláudio Lyra; o representante do Comando Militar do Sul, major Hugo Amaral; as Sras. e os Srs. Parlamentares; o embaixador do esporte do Banco do Brasil, Paulo André Jukoski da Silva; e os funcionários do Banco do Brasil aqui presentes.
Em nome da bancada do PSDB, é motivo de satisfação saudar V. Exa. por esta bonita homenagem aos 200 anos de uma instituição forte, que tanto contribui para o Estado do Rio Grande do Sul e para o nosso País não só quanto aos grandes investimentos, mas também quanto aos investimentos das micro e pequenas empresas, dos pequenos agricultores e pescadores.
O Banco do Brasil merece esta homenagem da Assembléia Legislativa, e V. Exa., deputado Gilmar Sossella, está de parabéns por propô-la.
Assim, em nome da nossa bancada, quero saudar e parabenizar a todos os funcionários dessa brilhante instituição. Muito obrigado.
O Sr. Adroaldo Loureiro (PDT) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Quero cumprimentar V. Exa., deputado Gilmar Sossella, nosso colega; o presidente desta Casa, deputado Alceu Moreira; o superintendente estadual do Banco do Brasil, Ary Joel Lanzarin; o embaixador Cláudio Lyra; o companheiro José Fortunati – e, na sua pessoa, cumprimentar a todos os funcionários do Banco do Brasil; o embaixador do esporte do Banco do Brasil, Paulo André Jukoski da Silva, o Paulão; o superintendente regional de Porto Alegre do Banco do Brasil, João Zanetti de Lucca; e o diretor do Agronegócio do Banco do Brasil, José Kochhann Sobrinho, conterrâneo da minha região.
Quero me somar a V. Exa., deputado Gilmar Sossella, nesta justa homenagem a essa instituição tão importante do nosso País, o Banco do Brasil, cujo nome já possui extraordinário significado. É o banco que há 200 anos fomenta o desenvolvimento econômico do nosso País e que está presente na agricultura, na pecuária, no comércio exterior, embaixador Cláudio Lyra, enfim, em todos os setores está presente o Banco do Brasil sustentando essa forte e pujante economia que tanto nos orgulha.
Essa instituição merece toda a nossa homenagem pelo trabalho que realiza no suporte da nossa economia e pelas ações que desenvolve na área social, conforme vemos aqui com o AABB Comunidade.
Quando fui prefeito de Santo Ângelo, tive a honra de realizar uma parceria com o Banco do Brasil na área social e do esporte.
É importante, portanto, ter instituições públicas fortes e pujantes como o nosso Banco do Brasil, que superou adversidades, dificuldades e crises e que hoje está aí, dando sustentação ao processo de desenvolvimento econômico e social do nosso País.
Por isso, deputado Gilmar Sossella, parabéns a V. Exa. pela homenagem e parabéns e vida longa ao nosso Banco do Brasil. Muito obrigado.
O Sr. Frederico Antunes (PP) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Com a sua permissão, deputado Gilmar Sossella, eu gostaria de cumprimentar o presidente Alceu Moreira e, ao fazê-lo, saúdo a todos os demais colegas deputados e deputadas.
Cumprimento também o embaixador Cláudio Lyra; o superintendente e nosso amigo Joel Lanzarin; o representante do Comando Militar do Sul, major Hugo Amaral; o maior funcionário do Banco do Brasil no Estado do Rio Grande do Sul e ex-deputado desta Casa, o nosso querido José Fortunati; e a todos os funcionários e colaboradores do Banco do Brasil.
Quero destacar o trabalho multidisciplinar que o Banco do Brasil realiza, pois, além da sua função principal como agente de crédito, é também um agente multiplicador de esperança, de dignidade, de orientação, de ponderação e de colocação de limites, algo que logicamente nos orgulha muito.
Saúdo também o Paulão, embaixador do esporte do Banco do Brasil e de todos nós, e as crianças aqui presentes, que abrilhantaram este momento e que certamente voltarão a se apresentar ao final desta sessão.
Deputado Gilmar Sossella, parabéns pela homenagem, V. Exa. que também faz parte dessa grande família que é o Banco do Brasil.
A bancada do Partido Progressista, assim como a instituição homenageada, tem uma tradição de lutar pelas causas do nosso setor primeiro, do nosso setor primário. O Banco do Brasil é também a casa do produtor de alimentos. Ali encontramos guarida e respaldo, Renato Rocha, presidente da Federarroz – e, ao saudá-lo, saúdo a todas as entidades aqui presentes –, para podermos tocar à frente a nossa missão de produzir e de gerar desenvolvimento a partir do campo.
Essa é, certamente entre tantas outras – como agente de exportação, como agente de qualificação de recursos humanos, enfim –, uma das virtudes mais marcantes do Banco do Brasil.
Esses 200 anos de história nos deixam muito claro que o Banco do Brasil é um banco da terra, é um banco que gera riquezas e que nos garante a possibilidade de enfrentarmos estas turbulências justamente por deixar as raízes do nosso campo cada vez mais profundas e mais fortes.
O Banco do Brasil tem um papel fundamental para o nosso País e para o nosso povo. Parabéns e vida longa ao nosso banco.
O Sr. Miki Breier (PSB) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Deputado Gilmar Sossella, permita-me saudar o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alceu Moreira; o embaixador Cláudio Lyra; o superintendente estadual do Banco do Brasil, Joel Lanzarin; o representante do Comando Militar do Sul, major Hugo Amaral; o embaixador do esporte Paulão; os servidores e gerentes do Banco do Brasil; e especialmente as crianças e adolescentes que aqui se apresentaram e que demonstram o resultado dos programas sociais que uma instituição bicentenária como o Banco do Brasil pode desenvolver.
Quero salientar, em meu nome e em nome do deputado Heitor Schuch e da bancada do PSB, a importância de termos uma instituição forte como essa e parabenizar o deputado Gilmar Sossella por oportunizar esta homenagem que a Assembléia Legislativa, com muito orgulho, está prestando nesta tarde.
Como foi registrado em seu discurso, mesmo antes da independência, a fundação do Banco do Brasil já se articulava e se movimentava, pois não há independência sem um aparato financeiro. Todo jovem que quer sair de casa e ser independente tem de ter alguma estrutura. E, para que o Brasil pudesse dar o seu grito de independência, sem dúvida alguma foi fundamental o papel dessa instituição, que, ao longo desses 200 anos, tem demonstrado que um órgão público pode, sim, funcionar muito bem, investir no social e fomentar a agricultura.
É bom vermos a marca Banco do Brasil em muitas atividades esportivas e culturais, ações que, de fato, fazem com que muito nos orgulhemos dessa instituição, grande não só pela sua arrecadação e por sua política de fomento ao crédito, mas também e principalmente pelo seu compromisso com a área social do nosso País.
Parabéns, deputado Gilmar Sossella. É um orgulho para nós prestar esta homenagem.
Vida longa ao Banco do Brasil! Que possamos homenagear essa grande instituição muitas outras vezes. Parabéns a todos.
O Sr. Aloísio Classmann (PTB) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Cumprimento o presidente deste Parlamento, deputado Alceu Moreira, e o deputado Gilmar Sossella, que teve a felicidade de propor este grande expediente especial em homenagem aos 200 anos da fundação do Banco do Brasil.
Cumprimento o superintendente de Agronegócio do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul, Sr. José Kochhann Sobrinho; o superintendente regional do Banco do Brasil em Porto Alegre, Sr. João Zanetti de Lucca; e as demais autoridades e funcionários do Banco do Brasil aqui presentes.
Saúdo o ex-deputado desta Casa José Fortunati, que também trabalhou no Banco do Brasil, assim como o deputado Gilberto Capoani. Minha esposa também trabalhou por muitos anos na instituição.
Com muito carinho, saúdo as crianças da AABB de Santo Antônio da Patrulha, que trazem ainda mais alegria a esta solenidade.
Deputado Gilmar Sossella, faço este aparte em nome da bancada do PTB, da qual sou líder partidário. É uma honra fazer parte deste momento tão importante pelo que representa o Banco do Brasil para este País e em especial para o Estado do Rio Grande do Sul.
Destaco o papel social e econômico desempenhado pelo banco sobretudo no campo, na área da agricultura, já que promove o fomento da suinocultura e da bacia leiteira, além de investimentos nas culturas de soja e de trigo. Isso tudo está muito presente na região noroeste do Estado, minha base eleitoral.
Lembro-me de que, quando era prefeito do Município de São Martinho – de 1988 a 1992 –, um dos projetos mais importantes que implementamos foi o do Fundec, hoje extinto. Era um programa voltado para a ampliação da telefonia rural, para a criação de centros comunitários, enfim, um projeto que se implementou em favor do homem e da mulher do campo. É uma pena que ele não exista mais, uma vez que foi um dos projetos sociais mais importantes do Banco do Brasil.
Também à época em que era prefeito, enfrentamos a situação de fechamento da agência do banco na cidade, que ocorreu em função de um projeto de reestruturação da instituição. Na condição de prefeito, fui a Brasília e consegui sensibilizar as autoridades para a necessidade de reabertura da agência, tendo em vista o papel social que o Banco do Brasil desempenha e a sua importância para as pequenas comunidades.
Cumprimento o deputado Gilmar Sossella, portanto, pela homenagem que realiza, à qual quero me somar. O que seria das nossas comunidades do interior se não pudessem contar com a presença do Banco do Brasil? Muito obrigado.
O Sr. Gilberto Capoani (PMDB) – V. Exa. permite um aparte? (assentimento do orador)
Saúdo o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alceu Moreira; o superintendente estadual do Banco do Brasil no Rio Grande do Sul, Ary Joel Lanzarin; o representante do escritório do Ministério das Relações Exteriores no Rio Grande do Sul, embaixador Cláudio Lyra; o representante do Comando Militar do Sul, major Hugo Amaral; o caro colega de Banco do Brasil deputado Gilmar Sossella, a quem parabenizo por esta homenagem; o ex-deputado estadual e grande liderança do movimento sindical José Fortunati; o superintendente regional e os prezados colegas do Banco do Brasil.
Prezado deputado Gilmar Sossella, a homenagem que V. Exa. presta hoje é das mais justas e merecidas a uma das mais respeitadas instituições do Rio Grande do Sul. Sem sombra de dúvida, o Banco do Brasil contribuiu decisivamente para o desenvolvimento do nosso País, e, como V. Exa., tive a oportunidade de testemunhar isso por mais de 30 anos.
Ao longo do tempo, o Banco do Brasil assumiu muitos papéis. Além de servir como casa da moeda, meu caro Lemos Velho, criou a Cetrin, assumindo a responsabilidade da distribuição do trigo no território nacional, e desenvolveu importantes projetos e programas na área social, como o Fome Zero, o AABB Comunidade e o Funtec, como bem referiu aqui o deputado Aloísio Classmann. E não podemos nos esquecer do apoio que o nosso Banco do Brasil dá ao esporte, tão importante para o nosso País.
Em cumprimentado V. Exa. pelo tema escolhido, deputado Gilmar Sossella, gostaria de cumprimentar a direção do Banco do Brasil, bem como os colegas e funcionários dessa instituição que demonstra que é possível prestar um trabalho relevante ao Rio Grande e que mede seu crescimento não apenas pelos índices econômicos e financeiros, mas pelo trabalho que presta com o objetivo de gerar emprego, renda e desenvolvimento ao nosso País.
Parabéns ao nosso querido e grande Banco do Brasil pelos seus 200 anos. Muito obrigado.
O SR. GILMAR SOSSELLA (PDT) – Agradeço aos colegas os apartes.
Para encerrar, Sr. Presidente, gostaria de dizer que, quando fui presidente da Famurs, tive a oportunidade de criar, juntamente com o meu grande irmão e colega Rubem Mumbach e a Maria Rosalina, um dos programas que entendo essenciais para o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas. Refiro-me ao Cresce RS, programa que nasceu de uma parceria entre o Banco do Brasil e a Famurs e que, aliás, foi copiado por outros Estados brasileiros, pois é uma linha de crédito com juros menores e alongamento de prazo.
Sr. Presidente, nossos sinceros agradecimentos a V. Exa. por oportunizar este momento tão especial para todos nós, especialmente para o Banco do Brasil e para todos os brasileiros.
Um abraço a todos. Contem sempre conosco na Assembléia Legislativa. Muito obrigado.
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – A presidência desta Casa se soma aos presentes na merecida homenagem a esta instituição tão importante para o nosso País e agradece a presença de todos.
Suspendo a sessão por alguns minutos para cumprimentar os nossos convidados e oferecer-lhes uma placa comemorativa a este evento.
(Suspende-se a sessão.)
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Estão reabertos os trabalhos.
Comunico ao plenário que o deputado Aloísio Classmann usou um tempo de liderança durante a realização do grande expediente especial.
Terminado o grande expediente especial, passo à
APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DE PROPOSIÇÕES
Não havendo oradores inscritos para este período da sessão, passo, de imediato, à
ORDEM DO DIA
Por solicitação da deputada Kelly Moraes, concedo a palavra a S. Exa. para uma comunicação de líder.
A SRA. KELLY MORAES (PTB) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados:
Hoje subo a esta tribuna muito honrada pelo fato de a comunidade santa-cruzense ter escolhido, nas urnas, esta deputada como prefeita de Santa Cruz do Sul a partir de janeiro de 2009.
Concorri nesse pleito pela coligação A Força do Povo e tive a honra de ter a meu lado, como candidato a vice-prefeito, Luiz Augusto Costa a Campis, ex-reitor da Unisc.
Agradeço à população santa-cruzense, que me honrou com essa votação. Além de ser a única mulher escolhida para prefeita, a diferença de votos que obtive em relação à segunda colocada foi a maior da história de Santa Cruz do Sul.
A Câmara Federal, as deputadas e os deputados desta Assembléia Legislativa deram-me experiência e sustentação para que pudesse ser eleita prefeita de Santa Cruz do Sul. Honrarei o meu mandato nesta Casa até dezembro, quando deverei renunciar em favor do meu colega Abílio dos Santos.
Agradeço ao meu partido, o PTB, e a todos os que têm me dado apoio e força. Tenho certeza de que a minha passagem neste Parlamento contribuiu para a vitória da minha pessoa, do meu partido e da minha coligação em Santa Cruz do Sul. A população demonstrou que tem confiança em mim e nas pessoas que me ajudarão na prefeitura.
Faço um agradecimento especial ao meu colega deputado Heitor Schuch, que é de Santa Cruz do Sul e continuará representando aqui a nossa cidade. Certamente S. Exa., que é meu amigo, meu vizinho e parceiro, também nos ajudará a governar aquele Município a partir de 2009.
É uma honra, para mim, ocupar a tribuna para agradecer a todos os que reconheceram o meu trabalho nesta Casa, o qual contribuiu para que, no último domingo, eu fosse eleita.
Sinto-me realmente muito honrada. Podem ter a certeza de que realizarei um grande trabalho nos próximos quatro anos. Estou convicta de que esta Casa também vai me apoiar e me ajudar a administrar o nosso Município. Meu sucessor, o colega Abílio dos Santos, certamente continuará o trabalho que vínhamos realizando juntamente com o nosso partido neste Parlamento.
Só tenho a agradecer à população de Santa Cruz do Sul, que me deu seu voto de confiança. Muito obrigada. (Não revisado pela oradora.)
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Por solicitação do deputado Raul Pont, concedo a palavra a S. Exa. para uma comunicação de líder.
O SR. RAUL PONT (PT) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados:
Encerra-se hoje à tarde o registro de emendas ao orçamento.
As entidades parlamentares estão ultimando suas propostas, mas queríamos fazer aqui uma consideração e chamar a atenção, principalmente da base governista e do seu líder, deputado Pedro Westphalen, sobre a peça orçamentária que veio a esta Casa como uma proposta que tem muitas virtudes e que passa a idéia de que há equilíbrio fiscal e déficit zero.
Já me pronunciei, desta tribuna, alertando para a falta de criticidade e para a impunidade entre os nossos comentaristas e colunistas dos meios de comunicação, que não se debruçam um pouco além das aparências para analisar ao que corresponde o chamado déficit zero.
Com base nos dados e números do orçamento, realizamos uma retrospectiva, partindo do mesmo critério utilizado pelo atual governo, ou seja, analisamos o que teria ocorrido no governo Rigotto e no governo Olívio caso a dotação orçamentária para a educação fosse, como veio nesta peça orçamentária, de apenas 26,8% e não 35%, como determinado pela Constituição.
Os números são muito interessantes, pois demonstram que, ao longo dos quatro anos do governo Olívio Dutra, não só teríamos tido muito mais do que equilíbrio como também um superávit – e um superávit crescente: 35 milhões de reais em 2000, 124 milhões de reais em 2001, 375 milhões de reais em 2002. O próprio governo Rigotto, no primeiro ano, teria tido um superávit de 306 milhões de reais, e não o que apareceu nas contas públicas como um déficit de quase 400 milhões de reais.
Queremos demonstrar, com esses dados, a mágica feita pela Secretaria da Fazenda, pela governadora Yeda Crusius, que alardeou o déficit zero aos quatro cantos e aos quatro ventos. Isso foi repercutido pelas mídias do Estado sem nenhuma criticidade, pois não tiveram a preocupação de conferir se efetivamente os mínimos constitucionais estavam sendo observados.
Dessa forma, não só tivemos muitos anos de superávit, como os últimos déficits do governo Rigotto, em 2004, 2005 e 2006, foram pequenos, suportáveis, déficits que, diante da dimensão do orçamento, seriam irrisórios.
Ora, essa não pode ser a forma de mascarar o orçamento! O estabelecimento de metas constitucionais ao Poder Executivo é exatamente para que desempenhe sua função com capacidade, competência, criatividade. A meta está colocada exatamente para forçar o administrador a respeitar aquilo que a Constituição estabelece como direito da cidadania.
Os gastos com a educação fundamental e a saúde universal têm de ser preservados, mas demonstramos aqui que, simplesmente com o que falta para a educação, já temos um rombo considerável. Portanto, não é nada do que foi alardeado aos quatro cantos como um miraculoso déficit zero. O mesmo acontece com a saúde, que se utilizou de recursos para o saneamento como se não pagássemos as tarifas de água e esgoto. Financiamento para a Corsan é investimento, e é investimento que volta para a empresa pública pelo pagamento das tarifas de água e de esgotamento cloacal. Todo cidadão paga uma tarifa!
E quanto a usar recursos do IPE Saúde, que é um plano reservado exclusivamente aos segurados?
Não é possível que se tente maquiar, mascarar o orçamento público dessa forma! Não são maneiras corretas de encaminhar a esta Casa o orçamento.
Felizmente as emendas populares de dezenas de entidades já estão tramitando aqui, e pediríamos às bancadas do governo uma especial atenção às emendas populares que tratam desse tema. Muito obrigado. (Não revisado pelo orador.)
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Por solicitação do deputado Alexandre Postal, concedo a palavra a S. Exa. para uma comunicação de líder.
O SR. ALEXANDRE POSTAL (PMDB) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados:
Subo a esta tribuna para, em primeiro lugar, cumprimentar os dois colegas que, nesse domingo, foram vencedores nas urnas: deputada Kelly Moraes, em Santa Cruz do Sul, e deputado Rossano Gonçalves, em São Gabriel. Estendo o cumprimento a todos os que concorreram, independentemente do resultado obtido, pois participaram do processo eleitoral e, por isso, foram vitoriosos.
A maioria que está aqui tem muitos anos de corrida política e sabe, portanto, que numa hora se ganha, noutra se perde e, quatro anos depois, altera-se o quadro. Isso é salutar à democracia.
Trago à reflexão um assunto que considero importante para tratar com os Srs. Parlamentares. Sem sombra de dúvida, tivemos uma eleição diferente: sem showmícios, jantares e almoços, sem distribuição de brindes como camiseta, boné, chaveiro, caneta, lixa de unhas ou qualquer outra lembrança. Nada disso houve mais.
Desculpem-me aqui aqueles que acharem que é demais falar assim, mas essa foi a campanha dos cinqüenta. Sim, cinqüenta era o valor mínimo. Alguns podem não concordar comigo de público, mas, no íntimo, hão de concordar ou não participaram da campanha que o Rio Grande do Sul e o Brasil tiveram.
Desde a militância na juventude, concorrendo contra a ditadura, pedindo a Constituinte e a liberdade de imprensa, foi essa a pior campanha de que participei. Naqueles tempos, havia discurso, partido político, ideais, sonhos e poesias para oferecer à população. Nessa eleição, Sr. Presidente, Srs. Deputados, não houve mais nada disso. Nem as ideologias importavam, porque todo mundo coligou com todo mundo. Não houve diretórios que firmaram isso ou aquilo. Em cada Município, uma realidade, cada um coligou com quem podia. O negócio era chegar ao poder, não importava a divisão de cargos ou secretarias a partir do próximo ano.
Deputado Raul Pont, estou confiante de que o presidente Lula mandará ao Congresso Nacional a reforma político-partidária. Não há mais condições de continuarmos neste sistema eleitoral, que é o pior do mundo. Apenas nós e a Finlândia ainda temos isso. Tem de haver o fortalecimento político, partidário e ideológico, o financiamento público de campanha. Ou é o voto distrital, ou é o em lista. Temos de definir isso porque, senão, não há mais razão de nos agruparmos em partidos políticos. Cada um tratará de si, e vamos liberar todo mundo. As 55 pessoas mais votadas no nosso Estado virão aqui e ocuparão os lugares. Não importará mais a legenda.
Creio que essa campanha política foi o fundo do poço. Cinqüentinha era o que valia para iniciar a conversa. Não importava de que partido era o candidato ou qual era a situação. Sinceramente, temos de começar a falar nisso, porque não podemos, depois de tudo a que assistimos nessa campanha, pensar que temos de ficar quietos. Temos de nos rebelar, temos de fazer a reforma. Não podemos olhar a árvore. Temos de começar a olhar a floresta. Não podemos olhar apenas para o nosso umbigo. Temos de olhar para a população, analisar o que é importante para o País.
A partir de janeiro, muitas das alianças que ganharam começarão a brigar para não dar os cargos ou os espaços prometidos. Percebi que isso acontecerá em vários Municípios. Vou anotar seus nomes e verificarei isso em janeiro ou fevereiro, porque não são ideologias iguais. A maneira de atuar é diferente, os pensamentos são divergentes. Mas se coligaram, se juntaram para ganhar o voto nas urnas.
Isso não leva ao fortalecimento da democracia, Srs. Parlamentares. Isso é o pior que pode existir numa democracia fortalecida. O País amadureceu, temos eleições a cada dois anos, a população vai às urnas. Somos os primeiros a ter a responsabilidade de levantarmos o assunto. Este Parlamento deve dirigir uma manifestação ao Congresso Nacional, ao Sr. Presidente da República, que tem um índice de popularidade fantástico e que pode, sim, fazer essa reforma para avançarmos.
Do jeito que está, Sr. Presidente Alceu Moreira e líderes das bancadas, não dá. Imaginem, então, daqui a dois anos, quando não será no Município que teremos de buscar votos, mas no Estado inteiro. Aí sim, cada um de nós virá a esta tribuna chorar. Se não mudarmos o sentimento que há agora, ele só crescerá. E não serão mais cinqüenta. O preço vai dobrar. Isso é o que há de pior na democracia brasileira.
Era essa a reflexão que tinha a propor a todos os colegas. Muito obrigado. (Não revisado pelo orador.)
O SR. PRESIDENTE ALCEU MOREIRA (PMDB) – Por solicitação do deputado Marquinho Lang, concedo a palavra a S. Exa. para uma comunicação de líder.
O SR. MARQUINHO LANG (DEM) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados:
Neste primeiro pronunciamento depois de uma eleição municipal, temos de avaliar os fatos. Cada um sabe dos seus Municípios, das suas regiões, aqueles que concorreram, os que venceram e os que perderam.
Fizemos avaliações internas no nosso partido sobre dificuldades enfrentadas, posicionamentos adotados e aprendizados com esse pleito. Destaco algumas situações ocorridas no Vale do Taquari e momentos importantes, como a eleição do vereador Carlão, o mais votado da história de Paverama, um garoto com pouco mais de 20 anos. Em Teutônia, o Micael, com 22 anos, elegeu-se com um trabalho interessante da juventude. Gostaria de destacar alguns exemplos entre prefeitos, vice-prefeitos e vereadores eleitos no Estado.
Srs. Deputados, aprendi muito mais com as minhas derrotas do que com as minhas vitórias. Quem sente na pele sabe disso. A eleição é muito trágica, pois trabalhamos, fazemos um projeto e acabamos sendo derrotados. Não pretendo, com este pronunciamento, consolar quem não se elegeu, apenas ressaltar que, com nossos erros, dificuldades e derrotas, acabamos aprendendo.
Minha manifestação não é só para os do meu partido, o Democratas, mas de todos os demais. Este é o momento de demonstrar solidariedade: além de comemorar com aqueles que venceram, que conseguiram a sua eleição, temos de avaliar as derrotas, porque essas trazem aprendizados importantíssimos.
Repito que, na minha vida, aprendi mais com as derrotas do que com as vitórias. As derrotas sentimos na pele, pois sabemos das dificuldades que enfrentamos no dia-a-dia. Muitas pessoas enfrentam a mesma situação. É importante que falemos disso para que possamos avaliar cada situação.
Que Deus ilumine a cada um desses novos governantes, vereadores, vice-prefeitos e prefeitos que se elegeram no último pleito! Que Deus ilumine sempre a mente deles, para que possam trazer o melhor à nossa sociedade, principalmente àqueles menos favorecidos, aqueles que não têm voz nem vez. Sabemos disso e precisamos fazer essa avaliação.
Queria aqui manifestar tudo isso em nome de alguém que se encontra em nossa galeria, o Serginho Sampaio, que, de uma forma heróica e responsável, concorreu à Prefeitura Municipal de Gravataí. Faço essa referência porque o Serginho nunca abriu mão de sua candidatura, embora tenha sido pressionado várias vezes para que o fizesse em favor de outros candidatos.
Certa ocasião, ele me disse: Eu tenho dois filhos dentro de casa, o Leo e o Gabriel, e mais a minha esposa. Se eu abrir mão de minha candidatura em Gravataí, mesmo sabendo que não tenho chance, mesmo sabendo que vou fazer poucos votos, não poderei voltar para casa e olhar nos olhos deles.
Serginho, essa lição não tem preço. E as pessoas sabem valorizar aqueles que têm palavra e honra. Serginho, o maior vencedor nas eleições daqui do Rio Grande do Sul. Dentro de um Município com uma eleição atípica, complicada, muito estranha – foi a mais estranha que já vi em minha vida –, o Serginho, pressionado, disse: Comigo, não! Não posso voltar para casa e olhar nos olhos dos meus filhos e esposa, se abrir mão de minha candidatura por cargo, por dinheiro ou por qualquer coisa.
Está aqui a avaliação, Serginho. Tenho muito orgulho de tê-lo lá na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos junto conosco, como assessor do deputado José Sperotto, mas tenho muito mais orgulho ainda de tê-lo como amigo e como alguém que integra as fileiras do Democratas com essa responsabilidade e respeito.
O Serginho poderia pedir qualquer coisa naquele momento, que ganharia. Agora, tem a consciência tranqüila e, quando deitar a cabeça no travesseiro, poderá dizer que é um campeão, e o restante ficou em segundo lugar. Parabéns, Serginho!
Estendo meu cumprimento a todos que enfrentaram essa eleição aqui no Est